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Um dia… (Espero este dia)

A sociedade percebe as necessidades da mulher, do bebé e ajuda

As mulheres confiam de novo em si e na força da natureza que são, e superam todos os medos

Os pais sabem bem o que esperar de um bebé, a realidade nua e crua, sem expectativas e sem ideias tolas e de magia

Os homens são pais, companheiros e não ajudantes

As mulheres são apoiadas e procuram apoio na preparação para todo o mundo novo

Os bebés são entendidos e respeitados, no choro, nas necessidades de colo e aconchego qual embalo da barriga, afinal estão a desabituar ao colo, e quanto mais drástico pior, no sono que vai e não vai, com acordares permanentes e muito alimento frequente.

Serão entendidos nas suas necessário de apoio, orientação e carinho, quando não sabem como lidar com o não pode ser, fazer, mexer. Quando acaba a paciência, pequenina como os seus tamanhos. Quando o sono ou a fome são tão repentinos como um chuveiro de temporal.

Afinal, nenhum adulto conta quando come ou bebe, acorda de noite e ninguém reclama, ninguém lhe bate nem reclama nas suas tantas birras do dia a dia, toda a gente dá um desconto por um dia “não” ou uma noite mal dormida. E não há problema se precisar de mais uns cafés…

Mas então, como se pode cobrar tanto a um bebé ou criança, quando os adultos também não sabem o que fazer?!.

 


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