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Recebi um porta bebés e agora?

 

Agora é fácil: lavar, secar, usar e abusar

Lavar:
Se possivel com detergente liquido (para não deixar residuos)
Sem amaciador – juntar um pouco de vinagre branco pode ajudar a amaciar os tecidos mais duros
Poucas rotaçoes
Pouca temperatura

Secar:
De preferência sem sol
Em ziguezague (excepto lãs)
Evitar maquinas de secar (quando possível)

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Usar e abusar:
Sem moderação
Com muito amor

Como amaciar um pano/sling de argolas:
Usar como assento no carro, sofá
Colocar debaixo dos lençóis
Entrançar
Passar a vapor

Dicas
Deve lavar antes de usar (por maior que seja a tentação, para que as fibras se ajustem naturalmente e nada fique danificado :p )

Sling de argolas: lavar dentro de uma fronha para não riscar as argolas nem eventualmente danificar a maquina ou borrachas

Mei tai: lavar dentro de uma fronha para não esticar as faixas

Mochilas/ onbuhimo: evitar lavagens frequentes devido ás esponjas que possam ter. Lavar a mão pode ser boa opção. Para proteger fivelas e esponjas usar dentro de uma fronha. Por vezes um pano húmido resolve as sujidades.


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Uma Consultora para quê?

Se eu posso comprar qualquer coisa, onde quiser e como quiser, para que preciso de uma consultora?

Se eu posso treinar em casa e fazer o que e quando quiser, para que preciso de uma consultora?

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Eu ajudo. Uma consultora pode ajudar a:

  • conhecer os diversos porta bebés
  • perceber as adequações dos porta bebés ao desenvolvimento dos bebés
  • experimentar os porta bebés
  • fazer um investimento informado, adequado às suas necessidades reais e actuais
  • obter informação sobre as vantagens e desvantagens
  • perceber a utilização e dar dicas de uso e colocação
  • tirar todas as duvidas que houverem
  • numa consulta:
    • ensinar a utilizar os variados porta bebés
    • mostrar diferentes tipos de tecido, gramagens, tecelagens e

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porque é diferente ir-se a uma farmacia e comprar qualquer coisa para qualquer coisa, ou saber-se o que se pode usar medianto o que se precisa 😉


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Os preços do Babywearing

36489786_1989516558045264_1532767128069865472_nQuase todos os dias me perguntam dos motivos de haver tanta diferença dos preços dos artigos dentro da mesma categoria.

E tal como em tantas, tantas outras coisas, os podem preços variar devido a

  • tipo de materiais utilizados
  • qualidade dos materiais
  • tipo de tecelagem
  • gramagem do tecido
  • padrões
  • marca
  • conversões

Se forem a uma loja de tecidos, sabem o preço deles. Estes tecidos são completamente diferentes. Tem testes de resistência, flexibilidade para o conforto, elasticidade para o ajuste, diagonal para o sustento.

#lencoisnaosaopanos

Nem em preço, nem conforto, nem segurança….

Depois há as tintas, sabem que as crianças mordem os panos? Pois, creio que ninguém quer que elas andem a morder tintas… Tóxicas? Nocivas? Pode ser preocupante.

E estas coisas tem custos.

As argolas dos slings de argolas, do babywearing, não sao quaisquer umas. Não tem uniões (como raio se faz isso?), São especiais e específicas.

As conversões levam fivelas, tiras de nylon, e mesmo aqui há tantaaaa variedade como qualidade e preço…

As mochilas tem cintos, e espumas, que se podem traduzir em conforto.

As opções mais económicas, podem perfeitamente ser aceitáveis, toleradas, mas alguma coisa fica para trás. É impossível, economicamente viável, ser bom, bonito e barato ao mesmo tempo.

Podemos comparar com os carros. Todos têm qualidade, andam e servem o propósito (e aqui entram os detalhes). Mas nem todos temos o mesmo propósito e ambições, nem todos valorizamos o mesmo. Mas é inegável que um Mercedes ou um Audi é mais confortável do que um Renault…. (Não me venham com guerras de marcas, não é essa a intenção)

O melhor para cada um, depende do que espera, do que prioriza, do que valoriza.

(Eu também comecei com Mei Tai do ali, experimentei panos e slings feitos de lençol, testei porta bebés não ergonómicos e Pouch slings com bebés pequenos. O caminho faz-se caminhando, e tal como a maioria, no início eu não entendia os motivos para os preços. Afinal, “é só um pedaço de tecido”… Até que… Com a experiência e os testes e tudo e tudo… Tudo fica mais claro, evidente. E se se puder evitar más escolhas, o bom não fica tão caro assim. É pior gastar dinheiro num mau, e depois ter de comprar o bom na mesma.)


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7 Perguntas frequentes no Babywearing parte 1

Quais os porta bebés que há para o meu bebê?

Pano Elástico

  • desde a maternidade até cerca de 7/8kg

Pano Tecido

  • desde a maternidade e para sempre

Sling de argolas

  • desde a maternidade e para sempre

Mei tai ou Mochila

  • tamanho baby painel fixo – para bebês a partir de 60 cm
  • tamanho baby painel ajustavel – para bebês a partir de 50 cm
  • tamanho toddler painel fixo – para bebês a partir de 80 cm
  • tamanho toddler painel ajustavel – para bebês a partir de 70 cm

dura enquanto houver compatibilidade painel/bebé – ver aqui:  https://traposemamas.blog/2018/12/10/babywearing-nao-e-por-peso/

Onbuhimo

  • painel fixo – para bebês a partir de 70 cm
  • painel ajustavel – para bebês a partir de 65 cm

 

Quais são as medida dos carregadores?

Pano Elástico

  • cerca de 65 cm de largura
  • cerca de 5 metros de comprimento

Pano Tecido

  • T2 +- 2.7 m
  • T3 +- 3.1 m
  • T4 +- 3.6 m
  • T5 +- 4.2 m
  • T6 +- 4.6 m
  • T7 +- 5.2 m
  • T8 +- 5.6 m

Qual o tamanho de pano tecido ideal para mim? Qual o tamanho das nossas camisolas?

  • XS / S = T5 (+- 4.2 m)
  • M / L = T6 (+-4.6 m)
  • XL + = T7 (+- 5.2 m)

 

Sling de argolas

  • cerca de 65 cm de largura
  • cerca de 2 metros de comprimento

 

Mei tai ou Mochila

  • tamanho do painel – desde 26 a 56cm

(rectângulo que sustenta as costas e os joelhos)

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Onbuhimo

  • tamanho do painel – cerca de 45 cm

(rectângulo que sustenta as costas e os joelhos)

 

Como lavar o meu porta bebé?

Bring your mother to enjoythis great discount!

 

Moro num lugar muito quente. Consigo usar os porta bebés?

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babywearing não tem propriamente estação do ano. usamos o que temos e o que podemos. exemplos:

  • se tenho um toddler, preciso de um pano com mais suporte, o que tende a ser de gramagem superior, o que por si, geralmente se torna mais quente. mas se a alternativa for utilizar panos mais finos/frescos, perco no conforto e possibilidade de carregar
  • se tenho um pano XPTO de algodão que me serve muito bem, preciso de ir comprar um pano com linho ou bambu ou o que for? não…
  • se tenho aquela mochila ou mei tai vou trocar? nao…

 

Esta é uma dúvida muito comum! Aqui vão algumas observações para você levar em consideração na sua decisão de usar ou não o carregador em dias e lugares quentes:

  • pele com pele, seja no colo, em braços ou com um porta bebés, realmente irá gerar mais calor
  • deve optar por vestir roupas leves e de tecidos frescos e absorventes da humidade
  • deve evitar porta bebes almofadados, portes ou artigos com tecido muito fechado que seja mais dificil de fazer circular o ar
  • mantenha-se hidratado e seu bebê também

Para que serve o capuz das mochilas e mei tai?

O capuz pode ser usado para apoiar a cabeça do bebê enquanto ele dorme ou para proteger o bebê da chuva, vento ou sol.

Recordemos que é fundamental verificar as vias respiratórias, que devem estar livres e desimpedidas. Pode colocar a cabeça do bebé lateral ao seu peito, longe do queixo, evitando que o nariz encoste ao corpo ou aos tecidos.

Quando posso virar o meu bebê para frente?

Os porta bebés ergonomicos, tendo o apoio de joelhos, tem uma base do painel larga, o que se torna basicamente impossivel de carregar para a frente.

Alem disso, é uma posição não ergonomica para o bebé, altera o centro de gravidade do carregador e é perigosa e desconfortável.

Assim, sugerimos que os bebés sejam transportados de lado, na anca, ou nas costas, dependendo da idade do bebe e do porta bebés utilizado.

 

O meu bebé só quer ser carregado virado para frente, será que ele se vai habituar?

Por volta dos 3 meses é os bebés começam a querer descobrir o mundo, ficam curiosos e quererem participar e ver tudo à sua volta, o que nos leva à carregá-los nos braços virados na posição de frente para o mundo a partir desta fase. Este carregar em braços é momentâneo e mais ergonomico do que um porta bebés com o mesmo efeito.

Se carregar é uma necessidade, ponderem experimentar e transportar o bebé voltado para o carrregador, onde este descansa, se protege, tem o embalo e carinho dos cuidadores.

Numa fase de re-adaptação é normal haver reticências por parte dos cuidadores. Dica, não desistam á primeira.

Se houver a necessidade de voltar ao mundo, pode sempre fazê-lo em braços 😉

 

links uteis:

Os preços do Babywearing

Babywearing não é por peso

7 cuidados essenciais no uso de porta bebés

Bebé virado ao mundo? não, obrigada!


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Babywearing não é por peso

É daquelas coisas….
todas as mochilas ou mei tai falam que dão desde X kg até uns infindáveis 20 ou 30. e as pessoas prendem-se por ai na compra da super mochila que dura muito mais tempo.
MAS… as mochilas não vão durar nunca até esse peso. Isso é tão sagrado como o Natal. quer dizer, dar até deve dar, mas não em circunstancias de conforto nem nada que se pareça nem para o carregador nem para o bebé.
As mochilas e mei tai tem um painel – o tecido que suporta as costas e que fornece apoio de joelhos. Aquele rectângulo tem medidas…. desde cerca de 26 cm até 56 creio ser dos maiores que conheço.
21845644_1583733494980168_1966072136_o.jpgimagem com 5 mochilas/tamanhos
E isso significa que, tal como as calças que todos usamos, os as camisolas, os tamanhos 1. não servem igual para todos; 2. ninguem se sente confortável com um tamanho abaixo, nem acima; 3. é possivel encolher um L para um S? é, mas fica bem?…. pensem nisso.
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Os pesos mencionados são meros testes de resistência. Os carros também podem andar até 250 km/h… ou mais… mas… alguém o faz?
Há marcas que apresentam modelos com dois tamanhos, o baby e o toddler. Isto é uma mochila com um tamanho S e um L por exemplo. O que servirá a um Toddler, será demasiado grande para um baby – este modelo apenas é recomendado, na maioria dos casos para bebes com mais de 70 cm de altura e que sabem sentar (mesmo as evolutivas).
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Assim, uma mochila dura, enquanto houver conforto e compatibilidade painel / bebé.
Há as mochilas ajustáveis, que encolhem, conforme falei ali em cima, que permite ser utilizado por bebés mais pequenos do que as de painel fixo, que apenas são recomendadas para depois do bebe ter abertura suficiente de pernas para que não fiquem a fazer a espargata – geralmente quando sabem sentar e com cerca de 60 cm.
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Deixo um link de uma colega que fez um teste e tem uma imagem bem boa representativa dos tamanhos e compatibilidade painel / bebé e pesos da mochila:
https://www.facebook.com/maeelevadoatres/photos/a.353284521726856.1073741829.350158815372760/573572033031436/?type=3&theater

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7 cuidados essenciais no uso de porta bebés

Cuidados essenciais no bem carregar? Fica aqui a listagem com ilustrações para referência.

  1. bacia basculada46699756_1140258242807683_3687617160378580992_n
  2. suporte de joelho a joelho6
  3. respeitando a fisionomia do bebé28337114_10156184014519299_112913361727345231_o
  4. bebé em vista permanente e vias respiratórias livres, desimpedidas22a.jpg
  5.  à distancia de um beijinho
    Cotton-Close-Caboo-Babywearing-Budget-Option-ne9lq5g6mf08n84lqigwdt3gv91efl04550l37ds36.jpg
  6. bem seguro141226094356e650 

     

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Bebé virado ao mundo? não, obrigada!

hip-wmCreio que já toda a gente viu porta bebés com a fantástica possibilidade de colocar os bebés voltados ao mundo.

E quase todos os pais dizem que as crianças ADORAM! e até adormecem!

mas vamos analisar umas coisas.

Os bebés quando colocados de costas para o carregador :

  • não tem a coluna arredondada, posição natural. ficam em hiper extenção da coluna, e sem suporte cervical
  • ficam pendurados pelos genitais, o que não é confortável nem desejável
  • não há possibilidade de verificação constante das suas vias respiratórias
  • não tem possibilidade de se protegerem nem de pedirem socorro quando se sentem ameaçados
  • muitos adormecem. este adormecer tem duas desvantagens. 1. “fez shutdown“, 2. ficam pendurados e caídos para a frente qual espantalho sem vida, o que pode comprometer as vias respiratórias e oxigenação do cérebro
  • excesso de estímulos em bebés demasiado pequenos é altamente desaconselhado por haver problemas associados a nível neuro sensorial, podendo desencadear o “shutdown” ou mesmo a nível de ligações e conexões neurológicas
  • é impossível haver conforto para o bebe em caso de este querer adormecer

Mesmo para o carregador, tal postura é altamente desaconselhada porque altera o centro de gravidade, o que obriga a compensações posturais que podem levar a dores, torcicolos e potenciando o risco de quedas ou desequilíbrios

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para os bebés curiosos, a partido do momento em que conseguem sustentar a cabeça, podem ser utilizados portes na anca, onde conseguem um maior nível visual, protegidos, confortáveis, seguros.


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Solidão no meio da Multidão

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A maternidade, mesmo que rodeadas de pessoas, pode ser bastante solitária.

Não há quem nos entenda, ou assim parece.

Não há nada que esteja bem feito, ou assim parece.

Há sempre um outro lado, bitaite, ideia, opinião, forma, sugestão.

 

há sempre uma pessoa que nos diz que tudo está mal.

mas a maternidade não tem manual de instruções, e é um poço sem fundo de possibilidades e caminhos,e bifurcações, e informação, oh, demasiada informação, e uma pessoa fica submersa, perdida, inundada, invadida, cheia de medos… e…

 

sozinha

 

e depois podemos ou não descobrir que tudo o que sabíamos, conhecemos, praticamos pode ser alterado. MEDO

alguém nos diz que algo que fizemos pode ser alterado, corrigido, mudado e ainda vai a tempo. e nós duvidamos, e julgamos que nos atacam, defendemos o que sabemos e conhecemos. afinal, ninguém conhece o fundo do mar, se não lá entrar. MEDO

alguém nos diz que tudo o que conhecemos….

pode ser diferente

 

e depois falam em recomendações, em teorias, em estudos, em evidência, em experimentos, em coisas reais! e testemunhos! e há todo um outro mundo!

mas quem está ao nosso lado… deixa-nos sozinhas… porque somos loucas, malucas, alucinadas. que aquilo são falácias, e continuam a puxar-nos para a praia, quando nós queremos entrar no mar. e estamos ali na beirada…

sozinhas

 

e por estas e por outras, que cada vez mais desejo que nenhuma mulher se sinta SOZINHA! mesmo que pelo Facebook, ou pela internet fora, ou por algum café da esquina, hajam mãos dadas, ofertas de carinho, informação.

mais informação, mais segurança, mais saber e conhecimento,

menos MEDO, menos ataques e defesas…

 

porque afinal,

* Babywearing
* parto natural e informado
* apego
* Amamentação/aleitamento prolongada e exclusiva até aos 6 meses
* disciplina positiva/parentalidade consciente
* BLW
* alimentação saúdavel
* co-sleeping ou cama compartilhada
* aromaterapia
* alternativas educacionais amigas das crianças

… não é nada do outro mundo, mas é um outro mundo para muitas pessoas, novas realidades, conhecimentos, informações. um fundo do mar a descobrir e estudar. e é um Mundo lá debaixo…

 

e que as mulheres, seja no café, ou com as amigas, ou num chat ou grupo de facebook, encontrem a companhia que precisam, o apoio e a mão dada. porque afinal

não estamos sozinhas


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Benefícios do Babywearing para a Mãe

Já se falou dos benefícios para os bebés ao serem carregados.

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Mas será que é só para eles que há vantagens? Não! É que é para todos! :p

Todos mesmo: carregador, pai, mãe para toda a família!

 

Começamos pela mamã:

– “devolução” dos dois braços ao seu corpo

– dá para limpar, arrumar e fazer pequenas tarefas com o bebé juntinho a nós reduzindo a probabilidade de choros

– alivia as dores das costas e braços pelo colinho que damos aos nossos tesouros

–  mãozinha extra para a amamentação

– bebé mais calmo = mamã mais calma

– bebé e mamã confortáveis, seguros e confiantes

– a proximidade ao bebé e a libertação das hormonas do amor ajudam a diminuir a possibilidade de depressão pós parto, e ajuda a aliviar o Baby Blues

– é mais fácil cuidar dos bebés e entender as suas necessidades: a proximidade promove a linguagem “sentida” – não falada, não expressa

– é muito mais fácil sair de casa! para ir levar o lixo, passear o cão, ir à padaria, etc!

– eliminamos obstáculos: não temos carrinhos, escadas, degraus, caminhos estreitos, carros nos passeios, “porcarias” no chão – a chatear-nos o passeio

– não passeamos o carrinho e andamos com o bebé no colo 😉

– até nos transportes públicos é fácil de andar!

– é mais económico: panos, slings e outros porta bebés são muito mais económicos do que carrinhos

– protege as crianças do mundo: beijos, abraços, colo, mexer nas mãozinhas (que irritam qualquer mamã)

– evita a estimulação – ruídos, multidões, poluição – o mundo é muito mais calmo ao colo da mamã

– melhor que qualquer ginásio! é quase como estar grávida – mas com facilidade de “deixar” a barriga, temos um peso crescente a carregar e transportar, o que ajuda os músculos a trabalhar e desenvolver

– ajudam na reeducação postural, pois todos os movimentos que fazemos são menos bruscos e mais controlados, nomeadamente quando nos baixamos, temos de o fazer dobrando correctamente os joelhos e não atirando as costas para o chão.

 

Benefícios para o papá:

– tem um bebé e uma mamã calma em casa

– estreita os laços com aquele ser pequenino que também é dele

– facilita a comunicação e interacção com o bebé

– ajuda a mamã!

– fazem exercício 😉

 

Benefícios para toda a família:

– bebé calmo = mamã calma = todo o mundo está feliz! 😉
http://www.wearsthebaby.com

What Is Babywearing?


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Benefícios do Babywearing para os bebés

O colo, a mãe, o calor, o amor são tudo o que o bebé precisa!
E o babywearing proporciona tudo, ao mesmo tempo! E ainda tem vantagens!!!
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* ajuda a reduzir o choro dos bebés em aproximadamente 50%

* ajuda a reduzir as cólicas, o refluxo e regurgitação

* ajuda na amamentação

* favorece o ganho de peso

* acalma

* promove um desenvolvimento saudável da coluna e das ancas do bebé
* ajudar a prevenir e a corrigir displasia da anca
* melhora o desenvolvimento muscular, a coordenação motora e o sentido de equilíbrio
* posição de aconchego e conforto físico e emocional – posição intra-uterina
* permite aos bebés passar mais tempo num estado calmo e alerta, ideal para a aprendizagem e desenvolvimento
* optimiza o desenvolvimento mental e ajuda a desenvolver capacidades sociais (percebendo desde cedo as regras da comunicação) e percebendo as expressões faciais
* sentem-se mais integrados na rotina familiar, melhorando assim a sua capacidade de comunicação e interactividade
* são mais independentes e interagem melhor com o meio envolvente
* mantém-nos em segurança dos perigos do dia-a-dia (pessoas que gostam de por a mãozinha no bebé e dar beijinhos e pegar neles e… e…. e….)
* ficam mais tranquilos, dormem mais e melhor – com o embalo contínuo e o coração da mãe, o bebé sente-se novamente no útero
* respiram ar mais puro – o ar na altura do carrinho é o mais poluído por pós e gases dos tubos de escape dos carros. Essa poluição é dissipada com a altura.

* previne contra deformações do crânio (plagiocefalia) devido ao uso excessivo da babycoque/ovo ou cadeiras de passeio

 

Vários pediatras e pesquisadores na área infantil, relatam os benefícios de nos primeiros tempos de vida, criar um ambiente parecido ao que o bebé, tinha no útero materno. Durante nove meses, o bebé esteve num ambiente intra-uterino, aconchegado, aninhado, com o seu corpo em posição fetal e com os barulhos do organismo da sua mãe (como o bater do coração) e, de um momento para o outro, após o parto, encontra-se esticado, longe do calor e da pele da sua mãe, numa caminha só sua e em perfeito silêncio.

 

Ao deitarmos o bebé na cama ou no berço, ele vai sentir-se só! A sua mãe de repente desapareceu!!! Ele não é balouçado, como era. Os ruídos cardíacos e intestinais que o acompanharam ao longo de sensivelmente 40 semanas, também já não se fazem escutar e o espaço onde está deitado é tão grande que até dá para estar todo esticado! É uma grande mudança, que não pode ser radical.

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Tentar simular o que o bebé sentia ao longo da gravidez, transportando o bebé junto à mãe no colo, é a solução. Mas nem sempre estamos preparadas para carregar um bebé durante tanto tempo na mesma posição, especialmente quando ele começa a ganhar peso. Assim, o transporte ao colo é, muitas vezes, substituído pelo carrinho (uma troca que, em termos emocionais, prejudica a relação).

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Em algumas culturas indígenas onde transportar o bebé ao colo (Babywearing) é comum, os bebés choram normalmente alguns minutos por dia. Ao contrário dos bebés ocidentais que chegam a chorar horas por dia. Chorar em demasia pode prejudicar o desenvolvimento mental do bebé, devido à quantidade de hormonas de stress que inunda o cérebro do bebé. Assim os bebés que não choram tanto, vão gastar as suas energias em actividades mais importantes como comer, observar, brincar e até crescer.

 

 

Estudos apoiam não só a segurança do babywearing, como o estabelecem como um imperativo biológico.

https://bwbrasil.wordpress.com/artigos-sobre-babywearing/10-razoes-para-voce-usar-um-sling/
http://www.wearsthebaby.com
https://babywearinginternational.org/what-is-babywearing/